quarta-feira, 28 de abril de 2010

Conjuga-me ou Cala-te!


Conjugo-te com sílabas Cacofônicas

E aprenda-me com pensamentos Dadaístas...

Tu que havias dado muito trabalho em casa...

Tudo o que fizeste foi o pior desejar...

- A sí? A o próximo? Ao grilo que te perturba a noite?

Nada além de uma vasta e abundante onda

Que salta do tambor...

A vapor?

Não!

A jato!

- Que chato!

Vem toda Coberta e envolta por tabaco...

- Tabaco?

Todo o trabalho de uma longa e saborosa...

- E Triturada!

Jornada...

Mistura...
- Ora!
Emfim, tens o pobre bixinho em silêncio.

-Por hoje!
Silenciaria a ti mesmo?

Sera que já não esta demasiadamente calado?

-Laconico?

Solta isso!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Vivo!! Pra escrever...


Vivo, pra escrever
Escrevo com lápis, rabisco com os dedos as entrelinhas que me vem a Mente e fora dela..
Também o que vejo, são motivos do desejo dos meus dedos e meu lápis...
Computador?
De modo a não ter outra coisa a fazer a não ser fazê-lo mesmo assim..
Entre tantas outras atividades, o escrever me corrói, corrompe, compara, retira, adiciona, multiplica...
É uma equação sem resolução...
Tantas operações me são possíveis ao escrever, me limito a simplesmente escrever.
Escrever para viver.
Vivo pra escrever.
Sabe... Algum dia vou ler tudo...
Isso.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

FantasiadaMente...


Logo cedo pela manhã, Incrivelmente algo o corrói..
É tomado então por uma Comoção moral fantasiosa...
De fantasiar-se...
De ver-se a sí mesmo fantasiado com fantasia de alucinado...
Torna-se demasiadamente intensa essa peça instrumental...
De uma singela criação...
-Mental!

Talvez seja apenas puro escapismo...
Deveras minuncioso esse pensar...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Quem sou eu?


Nasceu em meio a uma bela floresta cheia de encantos...
Cresceu em meio a tábuas e tabus...
Sua infância foi marcada por inúmeros receios de si mesmo..
Continua a manter uma forma que não o pertence...
Vivendo uma vida dormente...
Calmamente..
Essa forma será o seu caráter...
E o é!
É difícil continuar com ele..
As vezes tem acessos a verdadeira seMente...
Quando encontra-se sozinho, volta a ser ele mesmo...
Vez por outra, alguém o encontra sendo ele mesmo e nada recebe em troca..
Onde está aquele ser encantador... Encantado?
Torna-se mal-educado, extremamente egoísta e cheio de luxurias em sua mente devassa...
Devassadora... Devassada, demasiadamente pobre.
É apenas um pobre diabo cheio de receios e medo de expor quem é de verdade...
Quem será ele?
Ele Nunca saberá...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Sufocado Na Escuridão



Eu me sinto sufocado, a angústia me queima a alma. Quero encontrar a saída, mas em cada tentativa eu caio no vazio.

A luz parece distante e borrada e não estou tranqüilo, desta vez eu preciso me libertar. A esperança não me pertence por muito tempo. Será que permanecerei fechado na prisão das incertezas?

Como um sonho que nunca termina não posso alcançar a saída. Os portões estão fechados, não posso ver a esperança, os gritos são em vão...

Devorado por palavras.


As mesmas palavras que um dia me consolaram
Eu me sinto tão sozinho, temendo todos em meu pesadelo.

Desejo escapar toda as noites, meu abrigo será seus olhos vazios.
Então eu me volto para o céu e reclamo para a lua, porque é a única quem guarda meus segredos...

Mas, finalmente, com força de um milhão de sóis esmago minha dor ferida por espinhos. Eu me pego ao redor da luz que começa a acabar. Mas as palavras apenas não param e gritando em meus ouvidos eu digo: adeus à palavra, adeus ao silêncio!!!

Mas eu conto as palavras, as mesmas palavras que me devoram.

Valores Irracionais



Diante de tudo visto e ouvido ao longo da vida, jamais havia me deparado com tal, as palavras ditas de forma eloquente ecoaram perpétuamente na imensidão do mar.
A complexidade de um ser e suas faculdades mentais passaram de um plano etéreo para o mais reles piso de chão sujo de um casebre, a nuvem de mentira que o envolvia todo o seu ser, por sua vez agora revelada. Valores de natureza moral, agora são questionáveis e de conteúdo circunstancial. Clamores são ouvindo por palavras de ordem, agora são prioridades para uma atividade sã e humanitária, uma vez que a verdade parcialmente dita e conceitos humanistas saíram da precariedade para a clareza substancial.